20 de nov. de 2015

Recadinho.

Meus amores, como vão? Me desculpem pela demora, mas é que agora em novembro vem o fechamento das notas, e vocês tem ideia do jeito que estou né? kkkkkk!
Meu computador foi pro concerto, e semana que vem vou busca-lo (porque estou atolada de trabalhos, e sem ele não rola também.), ai podem acreditar que virão mais capítulos pra vocês, já que as FERIAS estão ai!
Mas esperem só terminar novembro, okay? Beijo, amo vocês.
-Natália Andrade.

31 de out. de 2015

Capitulo 44

Narrado por Luan.

Tinha ideia o quanto diferente estava, mas também tinha a ideia de que a dor precisava ser sentida, e eu a sentia, mas do meu jeito, o que era difícil de todos entender. Estava cansado de todos sentirem pena de mim, por esse motivo me fechei a 2 semanas, não saia de casa, e beliscava algo quando minha mãe aparecia por lá.

-Luan levanta dessa cama.
-Eu estou com sono mãe.
-Nem de xumba ou mamusca me chama mais -Escutava sua voz abafada pela porta, mas tinha certeza que a mesma chorava, me sentia horrível por isso, mas esse era um novo eu.
-Vou ligar pra Luli. - Mal Bruna sabia que Luiza era a ultima pessoa que desejaria ver.

(...)

Narrado por Luiza.

-Amiga bebe isso.
-Não Jadoka, sem remédio por favor.
-Então toma esse chá querida.
-Luiza você precisa fazer um exame de sangue, isso já esta de mais!
-Já marquei consulta com a doutora Mara. -elas me olharam intrigadas- cade minha bolota?
-Alguém quer me ver? -Meu pai entrou no quarto junto de Manuella.
-Ai que coisa gostosa.
-Não se aproxima muito dela Luli, você pode está com virose.
-Não tia, a gente sabe que não é isso. -Jady me encarou feio.
-Depois conversamos sobre isso -Minha mãe suspirou e saiu do quarto.
-Me dá ela papai -A peguei, e fiquei boba. Todas as vezes era assim, ficava boba quando a via. -Ai coisa gostosa da madrinha -fiz voz infantil.
-Eu tirei foto hoje Dinda -Jady se sentou ao meu lado, e pegou a pequena mãozinha.
-Serio? Me deixa ver. -sorri animada, e Jady logo começou a me mostrar as fotografias. -Ai que coisa linda.
-Eu revelei essa daqui pra você -pela pegou o envelope dentro da bolsa, e me deu a foto. -E essa pro Luan, depois eu levo até a casa dele.
-Hm -Ultimamente evitava tocar no assunto Luan, já que a 1 mês o mesmo estava diferente. -Me passa as fotos que tirou dela?
-Aham, ainda bem que o Antônio me enviou algumas -Ela sorriu, e percebeu que queria mudar de assunto.
-Ai como eu fiquei gracinha madrinha. -Sorri ao ver a foto -Vou postar.

"@LuliPorfida : 1 mês de Bolota da Dinda *-* #Amomuito " 

-Olha isso cara -Segurei as bochechas da mesma, fazendo peixinho nela. 
-Tadinha Luli -Jadoka se fez de brava. 
-Xiu -ri. 
-Ai, olha quem ta aqui -Bruna nasceu das cinzas igual uma Fênix, e nos assustou. 
-Sua louca. 
-fica quieta -ela veio correndo e pegou Manuella no colo. -Oi coisa linda da tia. -fez voz de criança.
-Não precisa forçar a voz querida. 
-fica na sua. 
-trouxe um lanche pra vocês -Mamãe entrou no quarto com uma bandeja. 
-Não precisava mamãe. 
-claro que precisava -ela sorriu e colocou sob a cama. -eu já vou trabalhar, beijo. 
-Mais tarde passamos de lá. 
-Vou esperar -ela beijou minha testa e brincou com as mãos pequenas de Manuella. 
-Não vai trabalhar hoje?
-Só tive consultas pela manhã.
-E o Luan, Bru?
-Está na mesma -ela suspirou- Minha mãe me mandou aqui, para que pedir que você fosse lá falar com ele Luli. 
-Qual parte do "O Luan não quer me ver" vocês não entendem? 
-Não precisa ser grossa também.
-Desculpa -suspirei - não queria que fosse assim. 
-a gente sabe -ficamos em silencio por um tempo.

(...)

-Tem certeza que quer passar no Luan?
-Eba, tio Luan -Clarinha disse toda feliz. 
-Vamos lá Luli, por favor. 
-Okay -suspirei e segui até a casa que Luan morava com Jullia. 
-Mãe -Madrinha estava sentada no sofá da sala, e sua cara denunciava que a mesma havia chorado. 
-Bença madrinha -sorri forçado e me aproximei da mesma beijando seu rosto. 
-Querida -ela me abraçou. -Tenta falar com ele, por favor. 
-Eu ja volto -subi até o quarto do mesmo. -Luan?
-O que foi?
-Abri aqui, preciso conversar com você.
-Não Luiza, me deixa em paz.
-Para de agir feito criança, seja homem e abre essa porcaria logo.
-O que você quer aqui? -ele abriu a porta, e eu o notei mais magro, sua barba estava maior, sem cabelo nem se fala.
-Você está péssimo. 
-É só isso? Tchau -ele ia fechando a porta quando eu o impedi.
-Vamos conversar! -Entrei no quarto logo atrás do mesmo.
-Anda logo que não tenho todo tempo pra você. 
-Agora é assim? 
-Agora é assim sim, e ... -Clara entrou no quarto correndo, tirando nossa atenção. 
-Mamãe, a vovó Mari pediu pra eu vir ver vocês -ela sorriu -Tio Luan. -a mesma correu até ele o abraçando. -Que saudade.
-Oi pequena -O vi sorri -Muitas -ele a encheu de beijos. 
-Clarinha, deixa eles conversarem -Jady entrou no quarto com a pequena Manu nos braços. 
-Manuzinha -Luan sorriu, e se aproximou dela, ainda segurando Clara. 
-Oi dindo -ela fez voz de criança. 
-Como ela está linda. -Ele desceu Clara de seu colo, e pegou Manuella. 
-Eu trouxe isso pra você -Jady tirou o envelope da bolsa, o entregando uma foto da pequena. 
-A que graça cara - Ele sorriu. Filha da puta. Madrinha que me perdoe, gostaria de entender por que o mesmo havia mudado tanto comigo, e continuava normal com os outros. 
-Será que da pra gente continuar a conversar? -Me pronunciei depois que Jady saiu do quarto levando as pequenas. 
-Continue -ele fez cara debochada e se  jogou na cama. 
-O que está acontecendo com você, Luan Rafael?
-Estou normal. 
-Com as outras pessoas sim, mas você me trata diferente Luan, como se me culpasse com o que aconteceu. -Já chorava, sempre fui chorona, e agora não seria diferente. 
-Primeiro para de chorar -ele disse um pouco grosso. - e segundo, eu não te culpo por porra nenhuma, eu quem fui um idiota.
-Sabe quantas vezes você foi grosso comigo durante esse mês? 
-Eu sou assim Luiza, eu estou assim. 
-Não Luan, para de agir como se fosse um adolescente mimado, me sinto péssima por te amar, e ser baixa ao ponto de vir atrás de você depois de tudo que me disse.
-Vai jogar as coisas na minha cara?
-Não é isso Luan, parece criança, até a Clara é mais madura que você. 
-Luiza, não entendo o por que está aqui ainda. 
-Porque eu te amo droga! 

Narrado por Luan. 

Luiza parecia alterada, ela chorava, por um lado aquilo me deixava mal, mas não poderia me entregar, não aquele amor que fantasiamos a tempos. 
-Não queria que fosse assim. 
-Mas está sendo Luiza.
-Para de agir assim. -ela se aproximou de mim, e tocou meu rosto. -por favor. 
-Não Luiza, eu não quero -afastei suas mãos do meu rosto, e notei que ela estava gelada.
-Não me deixa Luan, por favor. -Ela ainda chorava, e estava pálida, percebi que ela começava a ficar mole em meus braços, com a respiração ofegante. 
-Luiza? Luiza! -A mesma estava desacordada. - MAMUSCA, MAMUSCA. 
-O que houve meu filho? 
-Corre, pega a chave do carro pra mim, vou levar a Luiza para o hospital. -A tomei em meus braços, e desci as escada correndo. 
Eu não poderia a perder também, não poderia, de jeito nenhum. 


Autora. 
Hello, Hello!!!! 
Como vocês estão? 
O que acharam do capitulo? Será que agora o casal fica junto? 
Luan sendo estupido, até um momento, depois o medo de a perder. Ai ai ai amor. 
Quero comentários ta? 
Beeeijos. 

14 de out. de 2015

Capitulo 43.

Narrado por Luan.

Era difícil descrever como estava me sentindo, encarava meu o espelho, e não tinha animo nem pra ir ao velório, mas ela era minha mulher. Minha mulher, havia acabado de ficar viúvo, meus olhos estavam fundos, e minhas olheiras entregavam a noite mal dormida. Meu coração estava tomado pela culpa, por toda traição que fui capaz, por não ter sido capaz de a amar de verdade.
-Luan? -Luli parou na porta e me encarou, percebi que chorava novamente.
-Já vamos?
-Sim -ela veio até mim e me abraçou, me permiti chorar mais uma vez em seus braços.
-Se acalma por favor.
-Eu não consigo entender Luli, por que Deus fez isso?
-De um jardim, quais flores colemos?
-As mais belas.
-A Jullia era uma delas -ela beijou minha testa-sua mãe está tão mal em te ver assim.
-Eu vou tentar ficar bem.
-Posta algo na suas redes sociais, suas fãs estão desesperadas.
-Não consigo Luli, não dá.
-Eu posto pra você.
-Obrigada -suspirei, olhei em seus olhos, foi ai que me lembrei que a mesma não estava se sentindo bem. - Você já está melhor?
-Já -ela sorriu fraco- Me da seu celular. -Lhe entreguei meu celular, e a mesma desbloqueou, já que tinha a digital da mesma para que ele desbloqueasse.
-Tem muitas coisas?
-Muitas, mas não precisa se preocupar com isso agora, vamos comer.
-Estou sem fome.
-Por mim? Ou até pela Jullia, ela não iria gostar de saber que você ficou sem comer.
-Esse é o problema Luiza, ela não está mais aqui, ela não vai voltar mais.-soquei a parede com raiva, do tanto idiota que havia sido com a mesma, ela me amou, e eu não fui capaz de saber meus verdadeiros sentimentos, estava me sentindo um verdadeiro idiota.

Narrado por Luiza.

A dor de todos ali era visível, principalmente a de Luan, algumas fãs que conseguiram despistar os seguranças que ali estavam, vieram até o mesmo o abraçando e falando coisas lindas, era impossível não se emocionar, aliais estava muito emotiva por esses dias, talvez minha menstruação estivesse por vir.
-Luli querida, vai comer algo.
-Depois eu vou madrinha, e levo o Luan.
-Tudo bem.-ela suspirou.
Olhei em volta, e havia varias pessoas, desde amigos famosos do Luan, até os advogados da Jullia. O calor estava de mais, me sentei ao lado de Luan ali, já que estava um pouco tonta.
-Esta tudo bem?
-Aham, por que?
-Sei lá, você está pálida. -ele passou a mão no meu rosto.-está gelada.
-acho que a minha pressão caiu.
-não comeu nada, não é?
-é -ri sem graça, e fechei os olhos encostando a cabeça em seu ombro.
-vem, vou com você até a padaria ali da esquina.
-Não dá pra sair Luan.
-Vou mandar a Bruna contigo então.
-pode ser - ele se levantou, e logo me levantei e me segurei no mesmo, não tinha forças.
- Está tudo bem com ela Pi?
-Pega água lá Bu, rápido.
-Ela está tendo uma crise?
-Não sei tia, ela disse que não estava bem -ele me sentou de novo, e mamãe abanava meu rosto.
-Toma - Logo senti Luan colocando o copo de água em meus lábios, me forçando a beber.
-Molha a nuca e a testa dela. - O mesmo fez isso com uma certa delicadeza, mesmo com a vista pouco turva, percebi que todos ali prestavam a atenção no que Luan fazia.
-Está melhorando querida? - Concordei com a cabeça.
-Eu trouxe algo pra ela comer - Jadoka chegou com um lanche natura, e uma garrafinha de suco.
-Eu vou levar ela lá pra fora, aqui está quente. -Luan colocou seus braços em volta do meu corpo, me carregando dali, papai tratou logo de pegar uma cadeira e me colocar em um lugar aberto que circulasse ar.
-Come querida-Mamãe segurava o lanche natural em minha frente, dei uma mordida no mesmo, e bebi suco para que pudesse engolir.
-Tia, vou passar mais água na nuca dela, ta?
-Isso querido, vou procurar algo para abanar o rosto dela.

(...)

-Já está melhor?
-Sim, obrigada -sorri e me levantei, indo até a sala na qual ficavam os corpos velados, já que uma oração estava prestes a começar.
-Se despeçam que já vamos fechar. - O coveiro, um pouco que estranho disse após aparecer na porta. E ali vi a dor de todos, Jullia tinha muito o que viver, assim como em Luan, a culpa dominava meu coração, não queria que fosse assim, mas felizmente ela era uma bela flor, na qual Deus quis a levar para o seu jardim.
Me aproximei de seu corpo, frio e pálido, notei que Luan me observava, ela parecia dormir, mas a única certeza que tinha, era que ela havia ido viajar sem volta.
-Pretinha por favor -padrinho chegou ao meu lado -Vá acalmar o Luan, por favor. - O olhei e ele estavam chorando sozinho em um canto.
-não fique assim meu amor, por favor.
-não tem como Luli, a culpa foi minha, Dona Priscila não me deixa esquecer isso, e ...
-não fica assim, por favor.

(...)

Narrado por Luan.

Todos já haviam ido pra casa, mas eu continuei ali, sentado em cima do seu tumulo, uma foto recente dela estava fixada ali, ela tinha uma vida inteira pela frente, mas Deus a quis levar, não sei se ao certo ela completou a sua missão dada, mas acreditava que sim. Isso só serviu pra me deixar mais confuso que o normal, já que nunca soube se realmente a amava, ou se amava Luiza.

-Até breve querida -sussurrei após terminar minha oração. Sai dali indo até a casa dos meus pais, já que minha mãe pediu para que eu passasse um tempo ali com ela.
-Vem comer Luan.
-Estou sem fome mãe -sorri forçado e segui até meu quarto, me joguei na cama assim que a avistei.
-Pi, está tudo bem?
-Por que todo mundo me pergunta isso? Que merda Bruna - já não consegui segurar minhas lagrimas -Credo Luan, eu só perguntei...
-Eu estou viúvo, me sinto culpado, me sinto péssimo, era isso que queria saber? Agora tchau.
-Estupido. -ela fechou a porta com uma certa força, e eu pude me sentir em paz.

1 semana depois.

Havia voltado para minha casa, as coisas de Jullia que estavam ali, dona Priscila havia feito questão de buscar algumas coisas para que pudesse se lembrar da filha. Já os nossos retratos se encontravam ainda nas paredes, e até nas estantes espalhadas pela aquela enorme casa.

-Alo? -Atendi o telefone sem paciência, já estava de saco cheio.
-Luan?
-Oi Luiza?
-É -a mesma suspirou do outro lado- A Manu, nossa afilhada, está nascendo.
-Serio? -Disse um pouco animado, talvez aquilo me distraísse um pouco.
-Sim - ela fez uma longa pausa - estamos na maternidade Santa Isabel, am, venha pra cá.
-Am, já apareço por ai.

Segui até o hospital, e lá encontrei quase todo mundo.

-Pi, como vai? -Bruna veio correndo até mim e me abraçou.
-Tudo bem piroca? -beijei sua testa.
-Tudo sim, Jady está em trabalho de parto, e o Lucas está lá com ela.
-A sim espero. -sorri.
-Luan querido -Tia Marta chamou minha atenção -Como vai querido?
-Bem tia, nada que a senhora tenha que se preocupar.
-Pronto, tia Le já está sabendo, e pretende vir pro Brasil logo. -Luiza entrou ali naquela sala, sorridente. -Oi Luan -sorriu ainda mais ao me ver.
-Oi Luiza. -sorri forçado.
-Esta tudo bem? -Todos me olhavam estranho por ter a chamado de Luiza, mas havia pensado durante esses dias em dar um jeito de saber quem realmente amo.
-Sim -suspirei - am, vou tomar um ar.

Narrado por Luiza.

Luan estava diferente, distante, e aquilo me incomodava, pois apesar de todo amor que tinha por ele, eramos melhores amigos.

-Ele esta diferente.
-Ele se diz bem, mas eu conheço meu irmão, ele está tão mal.
-Vamos respeitar o tempo dele.
-Teremos de o respeitar. -Suspirei e olhei o relógio que estava no meu pulso. -Hora de ir buscar a Clarinha -sorri - Já volto. -Segui até a saída do hospital, e vi Luan, sentado em um banco, perto de uma banca de jornal. -Luan.
-Oi? -ele nem se importou em me olhar.
-Está afim de ir buscar a Clara comigo? -Mesmo que estivéssemos desse jeito, doía em mim vê-lo triste.
-Prefiro ficar.
-Luan você não pode ficar assim -suspirei sentando ao seu lado. -Tenho saudades de você.
-Você não está atrasada para buscar a Clara? -Ok, ele havia sido grosso, muito grosso, mas fazer o que se o coração da gente é idiota.
-Eu...-dei uma longa pausa, mas vi que não valeria a pena. Levantei-me e fui até meu carro que estava próximo ali.

(...)

-Ela é a cara do Lucas.
-Ela tem cara de joelho.
-Clara -Bruna a repreendeu.
-Mais é uai.
-A que isso -Luan se aproximou - ela é a coisa mais linda, vem aqui ver Clarinha. -Luan a pegou no colo se aproximando de Jady que tinha a pequena Manuella em seu colo. Foi ai que percebi que o problema do Luan deveria ser eu, com todos ele agia normal, mas comigo... ...Tentei não ficar mal, mas era complicado, me sentia péssima, o cara que amo não me trata mais como antes, vai entender.

Mais 2 semanas depois...

E cá estou eu novamente, batendo na porta do quarto do Luan, na ideia de faze-lo comer. Havia saído de uma consulta as presas, já que madrinha havia me ligado desesperada porque Luan não atendia ninguém, e claro, comigo não havia sido diferente.

-Luan por favor, vamos conversar.
-Me deixa em paz Luiza.
-Pela sua mãe, ela está toda aguniada lá na sala. -Ficamos uns bons minutos em silencio, mas logo ouvi o barulho da trava da porta.
-O que você quer?
-Entender o motivo de você está assim.
-Da pra respeitar meu luto?
-Pelo amor de Deus Luan, você nunca foi assim, sabe o que é N-U-N-C-A? -Soletei as palavras.
-Sei Luiza -ele revirou os olhos.
-Parece que não sabe droga -me sentei na sua cama - O que deu em você?
-Estou normal - ele virou e costas para mim.
-Não, você não está! Quando você havia falado do jeito que tem me tratado a 1 mês?
-Eu ....me desculpa.
-Não Luan -suspirei nervosa- A culpa da morte dela não foi sua merda -comecei a chorar, odiava isso, mas fazer o que se sou de cancêr.
-Eu devia ter a amado, ter sido fiel, mas nem pra isso eu prestei Luiza, nem pra isso!
-Então quer dizer que a culpa é minha?
-Não, mas minha, por isso me deixa em paz.
-Não, você já ficou em paz tempos de mais.
-Luiza sai daqui.
-Não Luan.
-Por favor Luiza, vai passear.
-Não estou afim.
-Para de ser mimada garota - ele pegou em meus braços me arrastando para foda dali. - E vê se me esquece por um tempo. - E o eco da porta se chocando contra o batente foi algo, mas não tão doloroso como suas palavras.
-Conseguiu falar com ele querida? -Passei por madrinha, e sem responde-la fui para minha casa, só precisava de um abraço da minha pequena, e desligar-me do mundo, fingindo que aquilo nunca havia acontecido.
Me sentia uma idiota, por tudo que havia feito por ele. Nunca tinha visto Luan daquele jeito, nenhuma vez se quer ele havia aumentado a voz comigo, ou ter pego no meu braço de uma maneira tão estupida e bruta.



Autora. 
Hello, Hello. Como vocês estão? Estou tão desanimada com está fic, quase ninguém comentando, isso desmotiva sabiam? :s 
Mas, Luan foi um babaca né? Eu achei kkkkk. Mas até quando isso vai? 
Um bj.
PS: Comentem.


3 de out. de 2015

Capitulo 42.

Narrado por Luiza.

Sai o mais rápido que pude do quarto, com a ideia de ajudar os enfermeiros a tirarem o Luan dali, já que o mesmo tinha o semblante assustado.
-Se acalme, vai ficar tudo bem. -passei minhas mãos em suas costas, na ideia de lhe dar conforto.
-você promete Luli?
-Não posso te prometer nada Luan. -suspirei,e logo me levantei dali indo a cantina.
-Tudo bem, doutora Luiza?
-Espero que sim -suspirei -pega um café pra mim.
-Sim senhora. - Lurdes tratou logo de preparar meu café, em quanto tentava esfriar minha cabeça, uma culpa enorme passava por minha cabeça, eu não deveria ter estragado o casamento dos dois, não devia.
-Esta tudo bem Luli?
-Tudo sim Bubu, não se preocupa - tratei logo de limpar meu rosto.
-Não fica assim - ela passou a mão nos meus cabelos.
-Eu sei -suspirei.
-Aqui doutora.
-Obrigada Lurdes, - Pegue o café, e o assoprei na intenção de o esfriar.
-Luan me mandou até aqui.
-Ele está mais calmo?
-Sim, ele foi até a capela daqui com a mamusca.
-A sim -bebi meu café, mas o mesmo não havia caído bem. -você quer? -lhe ofereci minha xícara.
-Você não vai beber mais?
-Não me fez bem -sorri amarelo e a entreguei, indo até o banheiro.
-Amiga.
-Oi Jaja?
-Esta tudo bem?
-Aham -sai da cabine e lavei minha boca.
-Você precisa ver isso.
-Não estou com cabeça.-Saímos dali, e voltamos para a sala de espera.
-Luli? -Daniel me olhou com certa duvida.
-Dan, tudo bem? -sorri forçado e o abracei, e percebi o mesmo me abraço com uma certa força.
-O que aconteceu?
-A mulher do Luan sofreu um acidente de carro.
-a sim -ele beijou minha testa. - Já esta melhor?
-Um pouco.
-precisa ver o que é isso.
-vou marcar.
-Luli. - Luan me olhou um pouco irritado, e entendi o motivo, mas pouco me importei.
- O que foi?
-Tenta saber alguma noticia por favor.
-Já volto -Sai junto de Daniel dali, e foi até a UTI em busca de alguma informação.
-Doutor Pedro está la dentro você não vai conseguir nada agora.
-Eu sei, mas você não conhece o Luan.
-A conheço sim, Lorena não me deixa em paz.-ri pelo nariz - serio, ela fica postando as fotos que temos juntos no Fã Clube dela lá, dizendo que é exclusiva.
-Só você pra me fazer rir em um momento desse.
-Adoro o seu sorriso. -fiquei toda sem graça, e tratei logo d quebrar aquilo.
-Depois você me passa o Fã Clube dela pra eu seguir.
-Aham.
-Doutor Daniel?
-Oi Ana?
-Te esperaram na emergência.
-A obrigada - ele beijo meu rosto -até depois.
-até - fiquei alguns minutos ali, e voltei para a sala de espera.
-e ai?
-não consegui nada -suspirei e me sentei na poltrona ao seu lado.
-Luli, liguei pro seu pai, e ele vai buscar a Clara no colégio e vai deixa-lá com a sua mãe.
-Obrigada Jadoka. -encostei minha cabeça no ombro da mesma e fiquei ali até receber noticias.
-Familiares da senhora Jullia Santana. -Luan logo se levantou, e todos nós fizemos o mesmo em seguida.
-Quais são as notícias da minha filha doutor?
-A paciente não reagiu bem, após a notícia de que sua gravidez era psicológica, tento três PCR ou parada cardiorrespiratória seguidas, tentamos reanima-lá, a senhora Jullia Santana, veio a óbito. - Ele se retirou dali, nos deixando sem chão. Não esperávamos por isso.
- Por que meu Deus? - Dona Priscila se manifestava aos prantos - minha filha, por que logo ela?
-Se acalme querida - Seu Manuel tentava acalmar sua esposa, mas era possível ver a dor em seus olhos.
Senti minhas lagrimas descerem sob meu rosto, Jullia e eu tínhamos nossas diferenças, além de amarmos o mesmo homem, esperava tudo menos isso. Olhei para Luan, que e encontrava sem reação nenhuma diante aqui, podia ver o olhar de pena de Bruna sob ele, e Madrinha que diz algo em seu ouvido em quanto chorava. Jady se encontrava perplecxa, e Lucas a pedia que se acalmasse pela saúde da pequena Manuella.
-Isso é culpa sua Luan - Dona Priscila ainda se encontrava desesperada -Você não tinha que deixar minha filha sozinha, mas preferiu sair de casa e a deixar, mesmo sabendo dessa gravidez....
-Dona Priscila me desculpe - me entrometi mesmo, não ia deixar essa mulher falar isso do MEU Luan. - Ele não tinha idéia que a gravidez dela era psicológica e...
- Agora a amante vai se pronunciar, se ele passasse mais tempo com ela, ele saberia e .... - Seu Manuel a enterrompeu.
-Querida não fale de mais, você está nervosa. - O soluço da mesma era alto. - Luan me desculpe e ... - Luan saiu correndo dali, sem explicação nenhuma, madrinha me olhou e eu logo tratei de ir atrás do mesmo.
- Luan - o encontrei sentado no chão, perto do estacionamento do hospital, percebi que o choro que ele guardava la dentro, ele colocava todo pra fora aqui.
-Me deixa sozinho Luiza, por favor.
-Não vou te deixar sozinho -me sentei do seu lado, e o puxei para um abraço, e me permiti chorar junto dele.
-Por que tinha que ser assim Luli?
-são os planos de Deus Luan.
-A dona Priscila tinha razão, eu ....
-Para de besteira...
-O que a gente fez não foi certo Luiza, não foi...
-eu sei, mas, mas...
-Isso é culpa minha Luli, toda minha - ele soluçou, não tinha palavras para poder o confortar, e isso me desesperava. Passamos algum tempo ali, até que vimos todos virem até nós, menos padrinho e os pais de Jullia.
-Vamos lá pra casa?
-Vamos -me levantei do chão, e puxei Luan, que havia se acalmado um pouco.-Cade o padrinho?
-Vai ficar para ajudar o seu Manuel com a despedida fúnebre.
-Mas ela não pode ser velada assim, ela era doadora de orgãos.
-Eles sabem querido, vamos pra casa.
-não, eu vou ficar e ...
-Não Luan - madrinha se mostrou brava, o que nos assustou um pouco, já que só tinhamos visto ela assim uma vez, quando eramos criança.

flashback on

- Sobe logo Luli.
- Se eu cair Luan?
-do chão não passa.
-fica quieto max.
- é serio Luli, você não vai subir?
-LUAN NÃO É PRA SUBIR NA ARVORE - Marinha gritou da janela da cozinha, já que estavamos no quintal da sua casa, e havia um enorme pé de manga, one brincavamos todos os dias. - NEM A SENHORITA DONA LUIZA, SE VOCÊ CAIR A SUA MÃE ME MATA, E NÃO DEIXA VOCÊ VIR MAIS PRA CÁ. - Tremi na base, adorava quando mamãe ia viajar com o papai, e me deixava ali.
-Luan desce.
-Não Luli, vem aqui pra gente pegar manga verde pra comer com sal.
-Maaaaax - Bruna veio gritando toda emburrada, haviamos brigado porque ela não me deixou pentear o cabelo de sua boneca.
-O que foi?
-Eu vou contar tudo pra minha mãe.
-Fica quieta sua chata. - Mostrei a lingua para a mesma, e Luan me puxou me ajudando a subir na arvore.
- O MÃE.
- O que foi Bruna?
- O Max, o Luan e a Luiza, tão em cima da arvore. - pronto, nos desesperamos, pros meninos fora facil, já que estavam acostumados a subir ali, Luan e Max logo pularam do ultimo galho, era minha vez, o medo e a adrenlina tomavam conta de nós, e assim que madrinha apareceu na porta eu me joguei, caindo por cima do braço, e dando de cara com o chão.
-LUIZA -ela veio correndo até mim, e eu já chorava. - eu avisei, isso foi arte sua não é Luan? - ela estava brava, nunca haviamos visto a mesma assim, ela tirou o chinelo tacando na direção do mesmo, mas ele desviou. - Vem querida, a madrinha vai ver se aconteceu algo. - ela olhou brava para Luan.
No final, Luan ficou sem video-game por uma semana, e meu braço teve de ser engessado, logo que meus pais voltaram, me deram uma bronca, mas o que não adiantou nada, já que nas ferias seguintes passei com o Luan do mesmo jeito.

flashback of.

-Você vai pra casa com a gente, aquela mulher é uma louca, falou coisas horriveis de você, e da Luli também, ela teve sorte de estarmos em um hospital.
-Não liga madrinha, vamos, você precisa descançar a cabeça um pouco Luan.
-tudo bem, seguimos até o carro do mesmo, indo para sua casa.

Autora.
OI LINDAAAAAS. Como vão? Capitulo triste, com esse fashback pra quebrar um pouco. 
Vocês já tão sabendo que a Gio está postando segunda temporada de "promete que vai ser só minha?" Corram lá, vou colocar junto com as outras aqui na lateral do blog!!!
Bom, espero que gostem do capitulo. Comentem. 
BJJJS

1 de set. de 2015

Capitulo 41.

Narrado por Luiza.

Luan havia deixado seu celular cai, me assustando, no mesmo instante tratei de me levantar, senti uma leve tontura, mas mesmo assim me mantive de pé.
- O que aconteceu?
- A Jullia...
- O que tem ela Luan?
- Ela.... ela ... - Os olhos dele se inundaram, e eu já esperava pelo pior - Eu vou pro hospital.
- Fazer o que? Espera que eu vou contigo. - Logo troquei de roupa, e peguei minha bolsa sob a cama. - vamos.
- Vou ligar pro Lucas, daqui a pouco a gente se encontra lá. - Saímos as pressas, e a inda até o hospital também não havia sido demorada.
- Luan, se acalma.
- não tem como Luli - ele saiu batendo a porta do carro, e eu por desespero sai junto.
- Doutora Luiza?
- Joana - sorri forçado - pode me da uma informação. - Olhei para Luan, que estava do meu lado agoniado.
- Com o que posso ajuda-lá?
- A moça, que acabou de dar entrada aqui ...
- Jullia Santana?
- Isso, como ela está?
- foi levada a sala de cirurgia.
- A sim, obrigada. - Olhei para Luan, e abracei o mesmo. - Vai ficar tudo bem.
- ela ... ela...
- calma - suspirei - vem, vamos pra sala de espera. - O levei até lá, e não demorou muito, Jady e Lucas entraram quase voando.
- E ai cara, como ela tá?
-Na cirurgia ainda - suspirei fazendo carinho nos cabelos de Luan, que estavam sob meus ombros.
- Luan, liga pra tua mãe.
-Liga pra mim Luli, por favor. - ele voltou a chorar, cortando meu coração. - Tem de ligar pros meus sogros também e ...
- Eu ligo - suspirei - me da seu celular. - ele tirou o celular do bolso me entregando, logo me levantei indo fazer essas ligações para o mesmo.

(...)

Haviam se passado 3 horas, e nada de noticias, Madrinha tentava de todos os jeitos fazer o Luan comer, mas ele resistia, dizendo está sem fome.
- Luan come por favor.
- Eu quero noticias Luli.
- então come.
- depois.
- teimoso.
- Familiares da Senhorita Jullia Santana.
- Nós - Luan logo se levantou. Cumprimentei doutor Pedro apenas com a cabeça, e ficamos na espera por alguma noticia positiva.
- A senhorita Jullia teve algumas complicações, não damos a esperança a vocês, a pancada na cabeça que a mesma deu a prejudicou bastante.
 -Mas ela pode sobreviver né doutor? - A mãe dela se pronunciou.
- esperamos que sim.
- Minha filha estava tão feliz com a vinda do filho de vocês Luan. - O pai dela se aproximou do Luan, que tinha o olhar atordoado.
- Filho? A Senhorita Jullia não tinha nenhum filho, pelo que percebemos.
- Quer dizer que ela perdeu? - Madrinha começou a chorar, e eu me mantive intacta.
- Será que realmente ela estava gravida? Pois ela não apresentou nenhum embrião.
- Como assim doutor Pedro? - me pronunciei.
- Ela não chegou aqui com outro tipo de sangramento ao não ser o da cabeça, e pela amostra de sangue que colhemos da mesma também não apresentava que ela carregava algum tipo de feto.
- Os exames dela, está na sua casa Luan?
-Estão sim, mas ela nunca me deixou ver, dizia que era complicado de mais para eu entender.
- Será que o senhor poderia trazer para darmos uma analisada? Pois caso tenha um feto ali, precisamos ter cuidado com os medicamentos.
- Cla...claro, Bubu, você pode ir buscar pra mim?
- Aham, vamos comigo Luli?
- Não, deixa ela aqui.
- eu sempre disse que ele tinha algo com ela - escutei a Dona Priscila sussurrar atrás de mim, suspirei.
- Eu já volto Luan - me soltei do mesmo, e beijei sua testa indo com Bruna até sua casa, que era pouco frequentada por mim.
- Que choque em? - Procurávamos em todas gavetas possíveis, mas era pouco difícil de se encontrar.
- Então, estava na academia, não deu tempo nem de me trocar.
- Quer ir se trocar antes de voltarmos pra lá?
- Esses papeis não são importante?
-Acho que da tempo - abri o criado-mudo, e encontrei uma grande papelada ali. - Acho que encontrei Bru - me sentei na cama, analisando aqueles ultrassons. - Não parece ter feto aqui Bru.
- Como assim Luli? Ela mentiu pro meu irmão?
- Não sei - suspirei, e continuei a ler alguns exames. - Meu Deus.
- O que foi Luli? - ela pegou o papel da minha mão. - traduz ai.
- A Jullia estava mesmo gravida...
- Mas você disse que ..
- Psicologicamente Bru.
- como assim?
- ela criou um filho na imaginação.
- mas e os sintomas?
- isso acontece, o que torna tudo mais real. E olha - mostrei para ela outro exame - ela tem alguns cistos no útero, e pelo que o Doutor Augusto me disse, pode ter os mesmos sintomas de uma gravidez.
- meu Deus, quanta informação. - ela suspirou. - Vamos levar isso para o hospital.
- vamos - peguei os exames, junto da pasta que ali havia.

(...)

Narrado por Luan.

Minhas meninas haviam acabado de voltar, Luiza trazia uma papelada dentro de uma pasta rosa, na qual eu já havia a visto nas mãos da minha esposa.
- Val, manda chamar o doutor Pedro pra mim.
- Sim doutora Luiza, só um momento. - A enfermeira logo voltou com o doutor que havia atendido Jullia.
- Aqui estão - ela o entregou - eu dei uma analisada, sera que podemos conversar na minha sala?
- Já vai entrar de plantão?
- Não - ela sorriu forçado para mim - já voltamos. - Ela saiu dali junto com o medico, e isso me instigou.
- O que tinha naqueles papeis Bru?
- Ela logo de explica Luan, logo te explica.
- Jady, vai pra casa meu amor, a bebe deve está pesada.
- Não se preocupa tia - ela sorriu - A Mariana da Potencia está calminha hoje.
- Luan?
- Oi? - Luli apareceu na porta, junto ao medico.
- Precisamos conversar com você - Eles me chamaram até a sala da Luli, que era bem a cara dela.
- Pode falar - suspirei, me sentando na cadeira de frente a eles.
- A Jullia não estava realmente gravida.
- como assim?
- A gravidez da sua esposa era psicológica.
- Anh? - me arregalei.
- Ela construiu tudo com a imaginação dela, e os sintomas eram devido a alguns cistos desenvolvidos no útero dela.
- Mas ela ganhou peso, e ...
- Por conta do psicológico dela.
- como isso foi acontecer meu Deus? - coloquei as mãos no rosto.
- Algum problema entre vocês, talvez. - levantei minha cabeça, e olhei para Luiza, e a mesma suspirava.
- eu posso vê-la?
- não poderá demorar, ela está na UTI.
- Tudo bem - suspirei e sai dali seguindo o Doutor Pedro.
Entrei no quarto, e ela estava ali, parecia dormi, e vi vários hematomas tanto em seu rosto, quanto em seus braços.
- Por que tinha de ser assim, não? - beijei sua testa. - queria saber se você pode me ouvir. Não sei se vou ser capaz de ...
- Luan. - A olhei, Luli se aproximava da cama - Ela está tão ferida.
- Luli eu não vou ser capaz de contar pra ela. - voltei a chorar, seria doido de mais contar para Jullia.
- Você vai precisar de calma. - ela sorriu amarelo.
- Lu...an. - Olhamos assustado para a cama, e ela começava a despertar.
- Ju - suspirei e beijei sua testa.
-Cuida do nosso bebe amor, cuida - ela parecia alucinada.
- Não tem bebe amor, não tem bebe - sussurrei em quanto beijava sua testa.
- tem sim, nosso bebe, a doutora Carolina estava mentindo, tem sim - percebi seus batimentos aumentarem, não pouco, muito.
- Se acalma por favor.
- eu to bebe Luan, eu to de bebe. - a respiração da mesma ficou ofegante e um longo apito se ecou na sala.
- Luan, vem - Vi os enfermeiros entrarem no quarto, e Luiza tentar me afastar dali, não entendia o que estava acontecendo.

Autora.
Oi meus amores. 
Capitulo Bombastico pra vocês. Igual torre gemêas, POW POW POW pra todo lado! 
O que vocês acham que vão acontecer? 
Comentem.
Bjs.

15 de ago. de 2015

Capitulo 40.

Narrado por Luli.


Luan estava parado na porta com a cara mais inchada do que o normal, parecia que o mesmo havia chorado, aquilo cortou meu coração, mas não seria fraca, não hoje, já que o mesmo teria um filho daqui poucos meses.

- Por favor Luli, não me deixa.
- Luan não da, você vai ter um filho, e eu também me cansei de ser a outra...
- eu sei, mas não liga, só fica comigo, vamos ser feliz, por favor amor. - O mesmo fez que ia me abraçar, mas eu logo me afastei.
- Não Luan, não dessa vez.
- não deixa a nosso amor acabar assim.
- Amor? Acabar assim? Luan, nunca se é amor quando um só se da por inteiro, só o meu amor não seria capaz de sustentar nada.
- Mas eu te amo também - via os olhos do mesmo cheios de lagrimas, já as minhas eu nem me importava, deixava as mesmas cair, como se fosse chuva.
- Não Luan, você se acostumou é diferente - suspirei - fica com a Jullia, ela vai ser a mãe do seu filho, sua familia está começando e ....
- Luli, eu quero você...
- Luan, dessa vez não. - Já que ele continuava parado ali na porta, sem me importar a fechei na cara dele, e logo me encostei, chorando na mesma, por que isso doi tanto?
- Luli abre aqui.
- Luan, me deixa por favor.
- Vamos conversar..
- A gente já se falou o que tinha pra ser dito.
- Por favor - tudo ficou em silencio por um tempo, mas logo depois escutei os acordes do violão - O teu silencio começa a incomodar...
- Luan, não faz isso comigo. - Eu chorava feito uma criança que haviam tirado seu doce, sabia que caso ele cantasse tudo pioraria.

- O seu sorriso me faz ficar sem ar,
Conversas longas, conselhos te dei,
Já fiz de tudo e agora eu não sei.

Mas pode o tempo passar
Que eu não vou te esquecer
Mesmo que eu tente fugir
Tudo me leva a voce
Escute o seu coração
Pare de usar a razão
Vem me ver

Pra que tentar negar,
Se não dá pra segurar ?
Voltar atrás já é tarde demais.
O que eu sinto é muito mais que amor de amigo.

Você vai ver, nada vai mudar,
Nossa amizade é pra sempre
Eu prometo, meu amor, eu sempre vou te amar.
Seja como amigo ou namorado,
Eu te quero do meu lado todo dia toda hora.
Amizade de infância é assim,
Começa como amigo mas se apaixona no fim.
Só que no momento, o sentimento ta crescendo,
Deixa o medo de lado e se entregue ao momento.

Pra que tentar negar,
Se não dá pra segurar ?
Voltar atrás já é tarde demais.
O que eu sinto é muito mais que amor de amigo. - O soluço tomava conta de minha garganta, tentava de todo jeito me controlar, mas estava dificil - Luli abre aqui.
- Vai pra sua casa Luan, sua esposa com o teu filho na barriga está a sua espera.
- Só vou sair daqui depois que falar com você.
- Por favor, me deixa. - Me levantei dali indo para o meu quarto, onde Clara dormia tranquilamente sob a cama. - Por que tinha de ser assim?! - meu rosto já poderia ser comparado a uma cachoeira, já nem ligava mais em secar as milhares de lagrimas que por ali escorria.
- Tia Lui - Clara despertava um pouco assustada.
- Acalme-se meu amor, está tudo bem - beijei sua testa.
- A tia está chorando?
- Não ligue querida, só durma, você está cansada.
- Deita aqui comigo tia - ela me puxou, fazendo eu deitar ao seu lado, e a mesma se deitou em cima de mim. Ficamos em silencio por alguns minutos, a mesma estava pegando no sono novamente. - Tia, eu queria muito que você fosse minha mamãe.
- espero que em breve meu anjo, em breve - beijei sua testa em quanto mais lagrimas escorriam sob meu rosto. Estava uma mistura de sentimentos, não sabia explicar realmente como me sentia, mas acabei embalada pelo sono e dormi o resto daquela tarde.

(...)

1 mês e meio depois.

Por volta desse 1 mês e meio, dava pra se contar nos dedos quantas vezes havia visto Luan. A ultima vez foi na festinha que fizemos para a Clara, já que na ultima audiência, depois de alegar que a menina sofria maus-tratos a guarda dela finalmente ficou comigo. Foi a unica alegria que tive desde que soube que Luan seria pai.
- Amiga vai no medico!
- Não precisa Jadoka - sorri amarelo, já tinha algum tempo que vinha passando mal.
- Sua menstruação esta atrasada, e isso aconteceu com a minha Jullia querida.
- Não viaja Jadoka, você sempre soube que eu sou desregulada quanto a isso.
- Não adianta mentir amiga, fala pra mim, a sua ultima vez com o Luan, vocês se protegeram?
- Não sei - meus olhos se encheram de lagrimas - não coloca as coisas na minha cabeça por favor.
- Você tem que fazer algum exame.
- Não confio muito nos de farmácia!
- Vamos marcar ginecologista pra você pode ser?
- pode - suspirei derrotada, em quanto colocava todo meu almoço para fora. - odeio isso.
- vou te dar um remedio - Ela levantou com certa dificuldade e foi até a cozinha, logo voltou com um remedio e um copo de agua - bebe. - Tratei de logo beber.
- O que era?
- Dramin.
- sua louca, vai me dar sono e eu tenho de trabalha ainda hoje.
- Eu ligo pro Daniel, e aviso ele que você não está bem. - Ela pegou o telefone ligando.

(...)

Narrado por Luan.

- Ju eu vou pro Dudu, vai querer algo na volta?
- Não amor, pode ir sem problemas.
- Tá, te amo - beijei sua testa.
Fui o caminho todo pensando em o que falar para a Luli, sim, eu não iria para o Dudu, iria matar a saudades da minha pretinha.
- Luan?
- Jadoka, tudo bem?
- bem - ela riu - entra.
- achei que estivesse morando com o Lucas.
- e eu estou, mas é que ele foi viajar, e a Luli não estava tão bem, então ....
- JADOKA - ouvi um grito do andar de cima, e a mesma se assustou, eu logo levantei subindo as escadas o mais rapido possivel. - O que você faz aqui? - Luli estava debruçada sobre o sanitário vomitando tudo e mais um pouco.
- Esta tudo bem?
- Sim, você já pode ir embora.
- não vou te deixar aqui desse jeito, vem vou te levar pro medico!
- Não Luan, me deixa em paz.
- Por favor Luiza, copera!
- Não quero - ela vomitou novamente - sai daqui.
- não - me posicionei atras da mesma, segurando seus cabelos com uma mãe, já que com a outra eu fazia carinho em suas costas.
- Não acredito que o remedio não te fez efeito!
- Pois é.
- Amiga, conta pra ele.
- Jadoka, não!
- Contar o que?
- Jady...
- Ela acha que ... - Meu celular começou a tocar no bolso esquerdo da calça, e eu logo tratei de atende-lo.
- Oi Ju?
- Boa tarde, o que o senhor é da senhora Jullia Santana.
- O que aconteceu com a minha mulher?
- Ela sofreu um acidente de carro, e foi leva desacordada para o Hospital Manuel de Carvalho.

(...)

Tempos antes...

Narrado por Jullia.

Luan achava que me enganava, ele tinha costume de ir para o Dudu pela noite, e dessa vez iria logo apos o almoço? Acabei estranhado.
- Por que o papai faz isso com a gente amor? - Passei a mão em minha barriga, e fui me trocar. - vamos do Dudu, ver se o papai está por lá mesmo? - suspirei colocando um short, junto de uma regata. Peguei as chaves que estavam sob a copa, e tratei de fechar a casa logo, seguindo até o estudio Vip. - cara que transito! - Liguei o radio, e o CD do Luan se encontrava ali, A outra tocava, o que me fez pensar: "Sera que ele tem outra?" .
- Pare de ser idiota Jullia, ele deve ter algo com aquela sem sal da Luiza - disse para mim mesma, e senti minhas vistas ficarem embaçadas devido as lagrimas. Avancei para dar tempo de pegar os três sinais seguidos aberto, mas um motociclista acabou me atrapalhando, mas acredito que dava tempo de pegar o segundo verde.
Foi ai que então, um caminhão de alguma transportadora se chocou no meu carro, não me lembro de nada, a não ser segurar minha barriga na ideia de salvar o meu filho, o fruto de um amor entre eu e Luan.

Autora:
GENT! O que vocês acham que vai acontecer com a Jullia? E a Luli? Luan? O filho dos dois? me contem o que vocês acham!
Viram, nem demorei para postar hoje! E ainda tenho aula. Mas aula de sabado Nath?! Sim, reposições de aulas ZzzzZzzZz.
PS: Comentem anjinhos! <3 
PSS: Adorei saber que estão curiosas! Sou malvada! kkkkkk desculpem-me pelo tamanho também! 


13 de ago. de 2015

capitulo 39.

Dedicado a Tathi e a Luiza, obrigada de novo meninas! <3

Narrado por Luan.

Jullia me olhava com uma cara mortal, Luli não ficava atrás, procurava uma saída, mas seria dificil.

- Perdeu a lingua Luan Rafael?
- Não minha loira - ri pelo nariz - Eu só ia perguntar pra Luli quando ela entra de ferias?!
- A claro - ela revirou os olhos - e não dava pra perguntar depois?
- É que ...
- Ju, a mãe pediu pra eu te chamar, ela .... - Bruna nos olhou - atrapalhei algo?
- Não - Luli sorriu amarelo - Eu ia te chamar agora, vamos dançar!
- Vamos - Bubu a arrastou até a pista de dança.
- O que foi?
- Nada Luan Rafael, nada. - Jullia saiu dali batendo o pé, a segui com os olhos, é Luanzera, ta foda meu fio, tá foda!

Narrado por Luiza.

- Você me livrou!
- Percebi, mas minha mãe chamava mesmo a Ju.
- Ela ficou toda paranoica, eu hein.
- Claro né? Até eu ficaria!
- Menos Bruna - ri sem graça - Onde eu estava com a cabeça quando aceitei isso tudo?
- No Luan.
- Me erra sua chata!
- Então Shopping amanha?
- Se eu puder levar a Clara - sorri.
- oba - ela bateu as palminhas animada. - A Bruxa velha deixou?
- deixou - ri do apelido que ela havia dado.
- a gente pode aproveitar e escolher nossas fantasias, que tal?
- Amiga, a gente ainda ta no começo de Setembro, espera mais pra frente!
- Quanto mais cedo, melhor.
- Depois a gente vê isso!
- Okay. - ela fez bico identico ao Luan.
- ai sua Luanzinha!
- sua chata!

(...)

- O que houve com o seu cabelo, meu amor?
- A tia Lui - Clarinha suspirou. - Vovó Vanessa disse que ele estava feio, e cortou tudo!
- Essa mulher é louca!
- Louca é apelido - suspirei.
- deixa eu dirigir?
- Pode ser - Bubu e eu trocamos de lugar, em quanto a mesma dirigia aproveitei para postar foto.


" @LuliPorfida : Tarde com as minhas meninas <3 " 

- Jadoka está reclamando que faltou ela.
- Manda ela ir beijar o Lucas e sair do celular!
- Recado dado - rimos. 
- Tia, onde a gente vai?
- No Shopping.
- Opa!!
- Essa é das minhas né Clarinha!
- Sim tia Bru!
- coisa gostosa!

(...)

- você deveria entrar na justiça de novo.
- não adianta Bru - suspirei. 
- Adianta, você viu o que aquela louca fez no cabelo da menina? Que desnecessária. - Olhávamos Clara toda sorridente brincando com outras crianças no playground do shopping. - Olha o jeito que ela está feliz, aquela bruxa velha não deve deixar a menina fazer nada.
- Bubu, eu já tentei e ...
- e vai tentar de novo, nunca vi você desistir de algo que quer.
- eu não sei Bru, eu não sei. - suspirei.

(...)

Narrado por Luan.

- vamo logo boi.
- espera ai Roberval.
- Coloca a touca cara, você sabe que no Sul é frio.
- como você é chato cara!
- desculpa ai, legal. - revirei os olhos, arrumando a touca na cabeça, e indo até a van com o Roberval.

(...)

- Cara que chuva!
- Suas fãs são loucas iguais a você mesmo.
- Eita Roberval deixa elas quietas.
- a cara, olha lá, mó chuva e elas ali na porta do hotel.
- Como assim? - Olhei pela janela, e haviam em torno de umas 5 fãs. - Pede para coloca-las lá dentro.
- Ta ficando louco Luan Rafael?
- Não vou deixar elas em baixo de chuva né Lele?
- Você só me complica garoto! - A porta da van se abriu, e vi uns seguranças virem com guardas-chuvas em nossa direção, Lela foi logo na frente para que pudessem colocar minhas negas para dentro do hotel.
- Lu, atende a gente por favor - uma loirinha implorava para que eu as atendesse.
-Calma meus amores - sorri - A Lela foi pedir para que coloquem vocês dentro do hotel, de jeito nenhum que eu vou deixar vocês na chuva. - elas gritaram.
- Meninas - Arleyde apareceu na porta - vou pedi que vocês façam silencio.
- elas vão fazer Lela - sorri - pede para trazerem algumas toalhas também, elas não podem gripar.
- tudo bem - ela suspirou e voltou para dentro do hotel. 
- ó vou esperar vocês lá dentro. - sorri descendo da van, Well e mais outro segurança estava a minha espera com um guarda-chuva.
Já pela tarde, Jullia havia me ligado, disse que o teste pela farmácia havia dado um negativo e o outro positivo, e pela conversa que ela havia tido com a minha mãe, ela realmente está gravida. É Luan, você vai ser pai.

(...)

Narrado por Luiza.

- Vamos matar a saudades daqui a pouco. - sorri, em quanto falava com Luan pelo celular. O mesmo havia me chamado para passar 2 dias com ele, já que havia trocado minha ultima folga e teria um congresso no mesmo lugar.
- Vem amor, que eu estou morrendo de saudades.
- O Rober vai me buscar no aeroporto pelas 11;00.
- Ele me contou.
- Vou dormir - bocejei, já que eram 04:00, e acordaria pelas 07:30.
- Ta, te amo.
- te amo. - desliguei o telefone, deitei minha cabeça procurando me relaxar. Antes de seguir até Pernambuco, teria de passar na casa da Madrinha, já que a Bruna iria comigo.
- Bom dia. 
- que sono - bocejei. 
- esta tudo bem querida?
- sim madrinha - sorri - só cheguei as 03:30 do hospital e fiquei até as 04:00 com o Luan no telefone. 
- A sim - ela sorriu - ele te contou a novidade?
- Mãe, deixa que ele conta - Bubu mostrou insegurança nas palavras.
- Pode contar madrinha, o Luan não vai ligar.
- Vou ser vovó querida, acredita? 
- Serio? - Senti o ar me faltar, e meu coração acelerar, como assim ele seria pai?
- Amiga está tudo bem?
- Sim - sorri, ainda um pouco ofegante, mas logo tratei de pegar minha bombinha na bolsa. 
- Acalme-se querida - madrinha veio até o meu lado, me ajudando a respirar um pouco.
- Bom dia - Jullia apareceu na porta, com um sorriso nos labios, mas logo se fechou.
- Bom dia mamãe do ano - Madrinha saiu do meu lado indo até ela, e pude ver a mesma sorrir vitoriosa. 
- Bom dia sogrinha. 
- Vamos Luli? Ju, bom dia. 
- bom dia Bru, vão pra onde?
- Manaus. - Tratei logo de responder, 
- Vão ver o Luan?
- Também, Luli tem um congresso de Medicina por lá.
- a sim, bom falem pra ele que eu e o nosso filho estamos com saudades - ela alisou a barriga ainda sem volume algum. E por mais que seja pecado confesso que senti uma mistura de ciumes, e ódio, ela daria um filho a ele, aquele filho que eu sempre sonhei em dar para o homem que eu amo.
- pode deixar - sorri amarelo, e logo sai dali, indo até o carro.
- Desculpa não queria que você soubesse assim.
- Relaxa Bubu - suspirei. - De qualquer jeito eu iria saber.
- É - ela sorriu sem graça - mas vamos logo.
- vamos - sorri amarelo.

(...)

- Estava com saudades - estava deitada sob o peito de Luan, havíamos acabado de nos amar.
- Eu também - passei as unhas no seu peito - te alguma novidade? - Joguei um verde, na ideia que dele me contar, mas o mesmo só suspirou.
- Não - ele beijou o topo da minha cabeça - não queria que o dia acabasse.
- nem eu - desenhava diversas figuras em seu peito - nem eu. 
- esta acontecendo algo amor?
- não - sorri amarelo - eu só quero passar mais tempo com você.
- eu também - pude sentir que o mesmo sorria. - Como vai a Clara?
- bem - sorri lembrando da minha pequena - temos audiência no sexta.
- quero que você consiga a guarda dela.
- E quer que a sua mulher perca uma causa?
- Esquece ela, lembra somente de mim, e de você, só por hoje.
- eu vou tentar, eu juro que vou tentar. - o mesmo tomou meus labios novamente em mais um beijo, aquele beijo cheia de amor, e ainda com o gosto de saudades. E mais uma vez ali, ele me fez dele, fomos um só.

Narrado por Luan.
Acordei por volta das 13:00, e notei que Luiza não estava ao meu lado. Achei aquilo estranho, já que a mesma havia dito que iria embora pela noite, procurei um cartão da mesmo por todo lugar, já que ela sempre deixava, mas não encontrei nada.
- Cade essa muié ... - Fui até o banheiro e me surpreendi. Ao ler a frase, já tinha ideia que a mesma sabia que Jullia estava gravida, o medo tomava conta de mim, aquilo não poderia ser verdade. O coração feito por ela, de batom vermelho, e suas palavras: "Estou indo embora, pra nunca mais voltar". E ali eu me vi chorando, Luiza não podia me deixar, não agora que estava afim de me separar para poder ficar com a mesma. - Por que Luli?! - sequei minhas lagrimas ligando para a mesma.
Já estava na 20° ligação, e a mesma não me atendia.
- Luan, bora?
- Pra casa, né cara?
- Sim, vou chamar a sua irmã. - Ele foi até o quarto do lado, e ainda senti esperanças de Luiza esta por ali, mas logo as de fiz, quando vi Bruna vindo até mim sozinha. 
- Ela se foi?
- foi - ela suspirou.
- eu sou um idiota Bubu, um idiota - não me segurei e novamente chorei, a mesma me deu colo em quando Well e o Testa tiravam minhas malas dali. 
- Não era pra ser maninho, não era pra ser. - Meu celular começou a tocar e eu logo atendi, na esperança de ser Luiza. 
- Alo?
- Amor - Era Jullia. - Que horas você vai chegar?
- Não sei.
- Eu queria ir te buscar.
- Não se preocupa, eu te ligo.
- Okay, vou esperar. 
- aham.
- esta tudo bem?
- sim - ri um pouco forçado - só estou com dor de cabeça.
- que dó do meu maridinho gente - ela disse fofa. - bom, vou terminar de olhar umas causas aqui, te amo.
- te amo. - desliguei o celular, colocando em modo avião o mesmo, já que estávamos preste a ir para o aeroporto.
- Ta, tchau amiga, fica bem. - Bruna me olhou sorrindo fraco. - Era a Luli...
- Como ela está?
- Bem na medida do possivel, ela disse para eu ir para casa dela, já que ela iria buscar a Clara.
- A sim - suspirei.

Narrado por Luiza.
- Tia, pra você. - Claria acabará de entrar no meu carro com uma flor nas mãos, já que havia ido direto a buscar a mesma antes de ir até meu apartamento. Aproveitaria o resto do dia com a minha menina, talvez ela conseguisse me acalmar. 
- Ai que linda - sorri e a peguei no colo, a beijando. - estava com saudades.
- eu também tia Lui, muita - ela encheu meu rosto de beijos. Logo fomos para o meu apartamento.

(...)

A campainha tocava freneticamente, já estava sem paciência alguma.
- Já vai - Abri a porta e o mesmo estava ali.
- Luli por favor, vamos conversar...

Autora.
OI LINDAS DO MEU CORE!!! QUE SAUDADES!!! Estou ainda sem PC ai fica dificil, desculpem-me pela demora!!! Eita, Luan papai, e agora??? Vem surpresa por ai!!! :x kkkkkk
Beijos!!
PS: comentem suas lindas.